quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Retrospectiva 2014

Até parece que isso foi o acontecimento mais importante do ano. Brasileiro fica maluco por causa do futebol, se esquecendo de coisas REALMENTE IMPORTANTES! 

Povinho idiota. Por isso que nada melhora no Brasil. Blah!


sábado, 19 de julho de 2014

Os torcedores brasileiros e a incrível tolerância à mesmice

Muitas vezes me ponho a perguntar: os brasileiros não conseguem se cansar de futebol? O famoso esporte mais popular do Brasil vem carregado de uma maciça e insistente campanha de publicidade que ultrapassa os limites do irritante. 

É como uma martelada repetida na cabeça. A mídia usa e abusa de mantras repetidos sem qualquer limite de vezes para que os torcedores sejam hipnotizados e se escravizem em prol do futebol. Mas mesmo essa campanha toda, deveria irritar qualquer um que se considere normal.

Que nada! Pelo jeito o povo brasileiro, que deveria cultuar a diversidade em todos os sentidos, pegou o gosto pela mesmice. E não há nenhum setor mais monótono que o futebol. Uma monotonia alegre, animada, movimentada, mas que nunca chega a romper com a mesmice. É quando a mesmice se torna mais divertida.

E dá-lhe reportagens que repetem os mesmos comentários! Dá-lhe bajulações a times e seleções! E dá-lhe torcedores imbecilizados agindo feito retardados mentais na hora de exaltarem o seu vício! Tudo devidamente televisionado e com altíssima audiência. E tanta repetição não cansa, não?

O futebol é o esporte oficial da mesmice. Em rodas de amigos só se fala em futebol. E sempre os mesmos comento. Nada muda. E tudo indo de maneira insistente. Como se a única forma de fugir da mesmice do futebol e se suicidando ou fugindo para uma floresta sem pessoas ou para um deserto.

E tanta coisa maçante não enche o saco, não? Como seres humanos que se julgam normais conseguem aguentar tanta martelada na cabeça em prol do futebol e nunca se enjoar? Do jeito que falam sobre futebol era para todo mundo se enjoar e largar o hobby.

Mas não. Povo brasileiro gosta de mesmice. Talvez tenha horror de sua vocação pela diversidade. Mesmos pensamentos, mesmos gostos, mesmos objetivos na vida. Tudo repetido e único. É o brasileiro sonhando em se tornar um povo homogêneo e sem graça. Mais de 200 milhões pensando uma só coisa, agindo como se fossem uma pessoa só. Isso em um país imenso e cheio de variedade por todos os cantos.

E novamente me ponho a perguntar: a mesmice do futebol não cansa?

domingo, 13 de julho de 2014

O homem mais influente do Brasil compara derrota no futebol com tragédia real

A fábrica de idiotas não para de funcionar. Em prol do futebol, muita asneira é dita na desesperada tentativa de transformar algo fútil e supérfluo em "algo extremamente importante". E ninguém melhor que Luciano Huck, o metido, para falar a pior das asneiras.

Só para lembrar, a derrota dos brasileiros na copa não gerou nenhum dano e muito menos vítimas (a não ser os malucos que cometeram suicídio após a derrota, transferindo para a "seleção" a auto-estima que não possuem). O país continua o mesmo e pode até prosperar, já que não terá a ilusão do futebol para desviar as atenções. Futebol é apenas uma diversão lúdica feita porque quem quer dar risada durante alguns minutos. Se os brasileiros levam a sério demais o futebol, é graças a muita campanha publicitária e a consagração do fanatismo futebolístico nas regras de convívio social.

Mas o "imaculado" Luciano Huck se esqueceu disso e pensou que a derrota gerou danos graves ao Brasil. O infeliz comparou a derrota a tragédias como o que aconteceu nos EUA em 11 de setembro de 2011, com gigantesco número de vítimas fatais e graves danos materiais. Ou esse Luciano Huck é burro ou estava querendo ser simpático para os torcedores cometendo essa gafe imperdoável.

Comparar uma forma de diversão a uma tragédia de danos graves é desumano e alucinado. Coisa de fanático alienado. Quem pensa que uma derrotinha no futebol é "tragédia" não deve viver no mundo real. O futebol precisa perder popularidade no Brasil para que asneiras como essa não possam ser mais ditas. Afinal, futebol não foi feito para ser levado a sério.

Huck, que há pouco tempo foi criticado por incentivar o turismo sexual e frequentemente por roubar ideias de outros para seus quadros, além de fazer caridade estereotipada e paliativa, ignora quem não curte futebol e sempre se aproveita de algum evento marcante para se autopromover. Tudo coerentemente com o maligno plano secreto que ele está bolando ao lado de seu verdadeiro amigo, Aécio Neves, que como os outros tem que oferecer algo ao narigudo apresentador para poder ser amado, já que seres humanos não são a especialidade do apresentador oportunista.

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Assim caminha a humanidade em nosso país

Imagens que falam por si só. Povo tolo.


O futebol no Brasil é uma piada que se repete

Se não bastasse as repetidas e rotineiras vitórias que a seleção brasileira de futebol alcança nas copas e em jogos considerados mais importantes, criando uma rotina que só consegue agradar quem é viciado no maior ópio do povo  em nosso país, os torcedores também apelam para gracinhas tolas que são repetidas à exaustão, torrando a paciência de quem quer viver longe dessa hipnótica hegemonia futebolística.

Quando ligamos a TV somos brindados por um festival de gracinhas feitas por torcedores que são repetidas à exaustão. Claro, uma população que só consegue gostar de uma forma de lazer certamente nunca terá a criatividade necessária para bolar algo que não chateie.

Afinal, o futebol, que em si é uma piada repetida muitas vezes só pode render piadas repetitivas, pois o seu universo é bastante limitado. Tão limitado quanto o nível intelectual dos jogadores e de grande maioria dos torcedores. Não há como esperar novidades de um setor onde até a vitória dos amarelados é bastante rotineira.

E o que me intriga é porque as pessoas não conseguem se cansar de tanta repetição. Como algo lançado como um mantra feroz não consegue entediar cérebros tão fracos que costumam se entendiar com qualquer outra coisa? Só mesmo a hipnose midiática muito bem conduzida, com o apoio das tradições sociais consegue transformar algo tão repetitivo em prioridade máxima nacional.

E por essas e outras, o futebol se transformou em uma piada repetitiva que só consegue ter graça para os que se submetem a ela. E mais: a única piada que quanto mais repetitiva for, mais divertida será. Mas para mim, essa piada já nasceu sem graça.

terça-feira, 1 de julho de 2014

Mídia extrapola nas bobagens durante as copas do mundo

Não sou fã de TV. Assisto mais os seriados de canais como Warner e Nickelodeon e documentários do Natgeo e do Discovery. Se eu pudesse pagar para assinar por apenas estes canais estaria satisfeito (embora gostasse bastante de canais que só vendem em pacotes muito avançados. O resto é resto e a sua falta não me incomoda.

A mídia em geral e principalmente a TV aberta fica um nojo durante a copa. Desesperados em transformar um esporte sem graça como o futebol em conto de fada, não mede esforços para colocar próteses de magia e de civismo para que a população se iluda e que a tal modalidade tenha adesão quase total. Como brasileiros não são racionais, todo mundo acha natural e até maravilhoso curtir um esporte tão medíocre. Afinal somente pessoas de mente medíocre tem um esporte medíocre como o futebol.

E não venham me dizer que o futebol não é medíocre. É MEDIOCRE! Toda a sua magia na verdade é postiça, graças a um excelente trabalho de publicidade proselitista e de tradições sociais transmitidas de uma geração a outra. Ou Acham mágico um esporte onde se caracteriza por uma corrida, um chute na bola, uma entrada na rede, gente gritando E SÓ?

E justamente para completar o protético trabalho de embutir falsa magia ao mesmo, muitas besteiras são lançadas em forma de violenta rajada pela mídia. As televisões, sobretudo apelam para o extremo da babaquice em suas programações, principalmente nos "sisudos" telejornais, que em épocas de copa ficam piores do que show de calouros de fundo de quintal.

Tudo para aumentar a importância de uma mera brincadeira que se não fosse levada a sério até seria válida. Mas como para a maior parte da população, o futebol chega a ser tratado como assunto de segurança nacional, chaga a parar o país e tratar os jogadores como soldados valentes, tratando o seu desempenho como se a vida dos brasileiros dependesse da vitória de uma "seleção".

Mas liga-se a TV e vem muitas bobagens de todos os tipos. Até tem diminuído um pouquinho de nada, visto a descoberta da farsa da unanimidade do futebol no gosto dos brasileiros. Futebol nunca foi unânime, mas com a internet, essa gente esquecida que prefere ignorar Neymar & CIA teve a oportunidade de mostrar a sua cara. Bom, se o futebol em publicidades deixou de ser monopolizante, ainda continua hegemônico.

Por isso mesmo, aqueles que preferem passar longe do esporte de Charles Miller, já completamente abandonados por tudo e por todos, até pelos amigos que preferem o "sagrado" culto aos amarelados, seguem bem longe da mídia hipnotizante que nesta época tem o desprazer de só falar em um assunto só, renegando a vocação brasileira para a diversidade, esta muito bem ausente no gosto pelo esporte.

domingo, 29 de junho de 2014

Tipos de torcedores de futebol

Mesmo sendo uma quase unanimidade, pelo menos em aparência, o futebol não poderia ser curtido da mesma forma em uma sociedade tão diversificada. Mesmo admitindo gostar da modalidade esportiva, cada pessoa procura curtir da forma mais pessoal possível.

Com base nisso e após observar algumas características, classifiquei os tipos de torcedores de acordo com o comportamento que demonstram em relação ao futebol. Vamos aos tipos.

O Torcedor Fiel - é aquele que gosta do futebol sempre, seja em copa, seja fora dela, não chega a ser tão técnico quanto o especialista, mas demonstra uma fidelidade ao prazer do esporte, que se torna o seu hobby preferido. É bastante dedicado e não se limita a modismos. A maior parte da torcida masculina pertence a este tipo.

O Torcedor Especialista - Também fiel, difere do anterior por entender mais da parte técnica do futebol. Conhece os jargões e analisa as jogadas de forma mais detalhista e científica, podendo também ser conhecido como "torcedor intelectual". Conhece os bastidores (mas não tanto quanto o tipo realista, como veremos a seguir), mas não se aprofunda neste aspecto, preferindo se dedicar ao que acontece em campo.

O Torcedor Realista - Outro tipo similar ao fiel, mas concentrado ao que acontece nos bastidores. Conhece as falcatruas que acontecem longe dos olhos do público e muitas vezes luta contra elas, apesar de continuar gostando de futebol. Aliás, é uma das metas desse tipo de torcedor lutar por um futebol mais "limpo", longe da influência de cartolas e patrocinadores. Costumam ser bastante politizados (com escolaridade alta) e normalmente respeitam quem não curte futebol.

O Torcedor Modista - Do contrário do fiel, só gosta de futebol por saber que é um esporte popular. Gosta de imitar o que as multidões fazem. Para este tipo de torcedor, o fato da modalidade esportiva ter um grande número de adeptos é mais importante que o futebol em si. Altamente submisso a mídia e a regras sociais, larga tudo pelo futebol, mas ignorando a parte técnica e ainda mais os bastidores (algo que parece não existir para este tipo de torcedor, se parecendo muito com o tipo alienado neste aspecto). Gosta apenas dos gritos e do clima altamente catártico inerente a ritualística do futebol em nosso país. É neste tipo de torcedor que se encontram a maior parte das mulheres, embora grande parte delas esteja no tipo "Patriota de Copa", que veremos a seguir. Outra característica: o modista costuma ter uma vida social intensa e movimentada em seu cotidiano extra-futebol.

O Patriota de Copa - Tipo de torcedor modista que só interessa pelo esporte em tempos de copa. O nome sugere que este tipo de torcedor trate o evento como um dever cívico. Age como o modista, mas acrescenta a isso a noção errada de que o futebol é importante para o país, chegando a confundir a "seleção" com o próprio território nacional, transferindo os símbolos de amor cívico a exaltação da equipe oficial de futebol. Embora exista gente de ambos os sexos, as mulheres são maioria neste tipo.

O Hooligan - Este tipo de torcedor se caracteriza pelo extremo fanatismo e defende o seu time de forma mais agressiva possível. Leva a sério o aspecto catártico e viril do futebol e não mede esforços para que adversários e alguns simpatizantes sejam espancados, muitas vezes até a morte. Não confundam com agressores que se infiltram nas torcidas só para agredir: diferentes destes, os hooligans usam a paixão pelo futebol como motivação para as suas brigas. Adoram futebol, mas defendem o seu hobby da pior maneira, causando muitas confusões. São comuns em torcidas organizadas.

O Torcedor Troll - Mistura do tipo modista com uma versão muito mais branda do hooligan, este tipo está muito mais interessado em usar o futebol para berrar, tocar cornetas, fazer barulho e usar a catarse para liberar seus instintos. Gosta de futebol, presta atenção dos lances, mas demonstra uma certa ansiedade em se agitar, sem se importar com o sossego alheio. Se divertem ofendendo torcedores de times adversários e quem não curte futebol. É muito comum no Rio de Janeiro e entre adolescentes e crianças crescidas (a partir dos 7 anos) de qualquer parte do país.

O Torcedor Tranquilo - É aquele que não costuma fazer barulho em comemorações, não costuma errar, preferindo outras formas de comemoração. Não gosta do comportamento da maior parte das torcidas, preferindo assistir seu futebol em um lugar tranquilo e silencioso. Geralmente se parece com o tipo especialista, já que o foco dele é o futebol em si e não o clima de festa anexado a ele, lhe dando a oportunidade maior de se dedicar mais a parte técnica da modalidade.

O Torcedor Alienado - Conhecido também como "torcedor religioso" por tratar o futebol como se fosse uma "religião", é o oposto dos tipos realista e especialista: gosta de futebol, mas tem uma perspectiva ingênua em relação a modalidade. É extremamente otimista em relação a honestidade no futebol e prefere acreditar que toda a falcatrua ocorrida nos bastidores seja encarada como mentira, um boato para tirar o prazer do futebol. Acredita cegamente nos seus ídolos (tratados como se continuassem sendo os velhos peladeiros de seus campinhos de várzea) e constrói uma aura de conto de fadas ao redor do futebol, enxergando apenas o lado positivo da modalidade. O nível de fanatismo costuma ser tão extremo que o dos hoolligans, mas com a diferença de que os alienados são pacíficos, avessos a agressividade. É um tipo muito comum nas classes pobres, nas cidades interioranas e em pessoas de baixa escolaridade.

O Torcedor Extra-copa - Raro, mas existente. É aquele torcedor que prefere os campeonatos regionais e nacionais e não costuma cultuar a "seleção". Muitas vezes vê os jogos das copas, mas sem a empolgação que demonstra no futebol de sua região. Prefere torcer para seu time do que para a "seleção", admitindo que os jogadores atuam bem melhor em seus times. Tem uma perspectiva parecida com o do tipo realista em relação ao futebol, mas acha que a corrupção pode ser mais facilmente eliminada no futebol regional, já que para ele, as instituições como FIFA sejam muito mais corruptas que as federações locais. Como os realistas, costumam respeitar quem não curte futebol.

sábado, 28 de junho de 2014

O melhor vídeo sobre a copa

Este ótimo vídeo gravado pela diretora teatral Luíza Romão, denominado ''Palpites da copa'', é um dos mais inteligentes que eu já vi. Sem rancor, altamente poético e cheio de rimas inteligentes, ele critica não o esporte (realmente o futebol, em si nada tem de errado - o que o cerca é que é errado), mas a alienação, o fanatismo, o consumismo e a corrupção que está por trás. 

Parabéns à Luíza e a equipe que conseguiu fazer um vídeo bem inteligente que, como diz na descrição do YouTube, é o melhor vídeo sobre a copa.




quarta-feira, 18 de junho de 2014

Sites petistas dizem que a mídia é contra futebol. Em que planeta eles vivem?

Os sites petistas, controlados por membros, simpatizantes ou aliados, com raiva de outros meios de comunicação que não os que os apoiam, cometeram o absurdo de difundir que a Grande Mídia estava contra a copa e contra o futebol. Uma declaração pra lé de alienada, louca, desmiolada que mostra que quando há histeria, muitos absurdos, contrários ao que se observa de fato, são ditos, ou melhor, vomitados sem pensar.

Quem liga a TV sabe que a mídia é totalmente a favor da copa. Ela sói fala em copa. A copa é um bom instrumento utilizado pela mídia para manter a população submissa e completamente alheia á realidade. É a mídia que coloca essa falácia de "patriotismo" para que os telespectadores transformem o prazer futebolístico em obrigação cívica e social. E a mídia ganha muito dinheiro com isso, além de aumentar o seu poder diante das massas ingênuas. 

O que o PT e seus amiguinhos blogueiros ditos "progressistas" (mas que defendem o regresso do país, como os seus arqui-inimigos tucanos também defendem, só que de outra maneira) falam é uma gafe tão grande que não é preciso nem ser inteligente para saber que a mídia não só é a favor da copa e do futebol, como está com as rédeas dos eventos. Lembrando que quase todas as redes são filiadas a cartolas (empresários que controlam o futebol) e que a Rede Globo é acionista da CBF.

Aprendam a olhar ao redor, petistas, antes de dizer qualquer besteira.

terça-feira, 17 de junho de 2014

Copas nos devolvem aos instintos mais primitivos

Toda copa é sempre assim. Embora a mídia trate o evento futebolístico com bastante seriedade, como se uma conquista no futebol fosse trazer dignidade à população brasileira, sabemos muito bem que a publicidade e os meios de comunicação na verdade exploram o instinto coletivo da população, que em tempos de copa, costuma para lizar oi cérebro e dar um verdadeiro show de primitivismo, bem aos moldes dos trogloditas da pré-história.

Na verdade, talvez seja este o verdadeiro motivo que faz com que a copa seja tão desejada pela população: ela dá a oportunidade dos brasileiros satisfazerem seus instintos, sobretudo o da vontade de berrar, gritar, explodir. O futebol é, seguindo as regras sociais a única situação onde se pode gritar histericamente sem que isso seja visto como gafe ou situação de perigo.

Essa vontade de satisfazer instintos é bem coerente ao futebol, praticado por uma maioria de jogadores precariamente educados, com nível de escolaridade baixíssimo e com péssimas referências culturais e senso crítico totalmente nulo. Para um esporte praticado por primitivos, nada melhor que os torcedores ajam como primitivos também, como uma espécie de uma saudação "uga-uga" dos brasileiros aos desintelectualizados jogadores.

Uma sociedade que despreza tudo que é intelectual, que prefere deixar "discussões políticas" para depois e que acha muito chato raciocinar, nada mais adequado retomar os velhos instintos primitivos de quatro em quatro anos (ou diariamente, durante os campeonatos nacionais) da "saudosa" Idade da Pedra, celebrando a nossa verdadeira pátria. Grunhindo histericamente pelo amor a esta caverna chamada "Brasil".

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Um orgasmo coletivo e nada mais

Vendido de difundido de modo insistente como "dever cívico", o futebol em copas é na verdade uma espécie de "confraternização nacional", já que na verdade o evento é utilizado como compromisso social entre aqueles que querem se sentir incluídos na coletividade brasileira.

Essa ânsia pelo futebol em copas é na verdade inútil, uma ilusão comparável a chegada de Papai Noel no natal, com a diferença que até adultos acreditam nesta ilusão. Uma Zona de conforto perfeita, já que mesmo não trazendo benefícios, todos não querem sair dela. Coincidência ou não, os mais acomodados e/ou os menos escolarizados são os que mais gostam do futebol em copas.

Mas depois de uma algazarra de 2 horas de duração na estreia da copa, o Brasil nada mudou. A velha rotina voltou e os velhos problemas também. O empenho de se dedicar totalmente a um campeonato de futebol comprovou a sua ineficácia, servindo muito mais de um catalizador de instintos do que de uma fonte de prazer. É como um orgasmo: dura pouco, não melhora a vida de ninguém e depois que acaba, tudo volta como está. Exatamente como era antes ou em alguns casos, até pior (como nos casos de gravidez indesejada, por exemplo).

E é essa a melhor definição desse fanatismo de copa: um orgasmo coletivo em que quase todos os brasileiros querem participar. Nada tem de esportivo, de cívico e muito menos de "paixão". É puro tesão instintivo, um orgasmo em que muitos preferem gozar junto. Uma grande orgia metida a evento de patriotismo. Amor a pátria? Como se os brasileiros não amam nem a si mesmos?

Só resta saber que tipo de filho nascerá dessa gravidez acidental. Há mais de 60 anos estamos nesse orgasmo crônico e tem nascido cada bebê-monstro...

quinta-feira, 5 de junho de 2014

A incrível sorte dos jogadores de futebol

Realmente é incrível. Não há brasileiro que seja tão sortudo quanto os jogadores de futebol brasileiros. É impressionante a capacidade sem igual das coisas darem certo para os jogadores de futebol., Não acontece nada ruim com eles.

Mesmo quando as coisas parecem dar errado, tudo acaba bem para jogadores de futebol. Se o Neymar estiver andando em uma calçada e eu do outro lado da rua e uma pilastra começar a cair do lado dele, essa mesma pilastra vai se desviar e cair e cima de mim.

Mesmo quando cometem gafes, os jogadores rapidamente são perdoados. A escolaridade baixíssima e o péssimo nível cultural não os impede de serem formadores de opinião, sendo ouvidos pela população como se fossem "sábios". É muito mais fácil uma asneira dita por eles virar lei do que uma ideia coerente dita por um Zé Ninguém.

E nesta copa não está sendo diferente. Amados por todos, principalmente pelas mulheres (conhece algum jogador de futebol famoso que tenha dificuldade de conquistar alguma mulher? Eu não.), todos os olhos e ouvidos estão murados neles, que mesmo burros feito portas, irão espertamente se aproveitar dos momentos para se darem bem e acumularem cada veza mais sorte que os fará vencedores não apenas dentro de campo, mas principalmente fora dele.

Afinal, nada melhor do que ter quase uma população inteira de um país como admirador nada secreto. Nada consegue dar errado com os homens mais amados do país.

sábado, 26 de abril de 2014

Jornal Nacional vira piada com matéria que ensina a gritar 'gol' na Copa

Na verdade, o ideal mesmo seria não gritar. Os gritos é que incomodam os que procuram o sossego do descanso em suas casas. Que tal ensinar a NÃO GRITAR durante os jogos de futebol? Os vizinhos não-torcedores agradeceriam.

Extraído do blog Pragmatismo Político

Uma reportagem de gosto duvidoso no “Jornal Nacional” desta segunda fez com que o principal telejornal da TV Globo virasse alvo dos internautas. Basicamente, a matéria levada ao ar tinha por objetivo, pasmem, “ensinar” como o torcedor deveria fazer para gritar gol corretamente na Copa.
“Com a proximidade da Copa, os fonoaudiólogos recomendam: o torcedor precisa se preparar para o grito de gol”, disse Heraldo Pereira, substituto de William Bonner, ao chamar a reportagem de Monalisa Perrone.

“Sabiam que tem segredinhos e até jeito certo de gritar?”, perguntou a repórter da Globo, seguida de imagem de uma fonoaudióloga “treinando” uma mulher em um restaurante.
“Fono sabe gritar”, disse Monalisa, entusiasmada com a “aula” da profissional, que complementou: “com técnica.”

“Que tal gritar direitinho?”, a repórter quis saber da “aluna” da fonoaudióloga da matéria. “Bem melhor do que gritar erradinho”, respondeu a mulher.

“Gritou, bebe um golinho de água, economiza um pouquinho a voz e se ficar rouco observar a duração dessa rouquidão”, ensinou, mais uma vez, a fono.

Pois a “aula” definitivamente não caiu no gosto de vários internautas, que passaram a criticar a reportagem nas redes sociais. “JN fornecendo informação de desnecessidade pública com essa história do grito de gol”, escreveu um deles.

“Tá faltando matéria no feriadão pra ficar ensinando os telespectadores como gritar GOL rs JN”, disparou outro.

Veja, a seguir, outros exemplos da indignação dos telespectadores com a pauta escolhida para entrar na edição do telejornal da Globo:
“Como gritar gol sem ficar rouco … JN inútil”
“Jeito certo pra gritar GOL???? Vsf –JN”
“É o fim do jornalismo: JN faz reportagem com dicas de fonoaudiólogos de como gritar melhor “Gol” na Copa. Vão sifudê, antes que me esqueça.”
“HAHAHAHAHA, té parece que na hora do gol do Brasil a pessoa vai lembrar das “técnicas do grito”. #JN”

“Parabéns: inventaram regra até para gritar gol de forma correta… JN”

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Publicitários e empresários de Neymar tentam convencer Bruna Marquezine a voltar para o jogador

Para uma sociedade que superestima o futebol a ponto de confundi-lo com dever cívico, o seu maior "herói" deve ter a sua "primeira-dama". Toda a mídia - que tem o péssimo hábito de superestimar a vida privada das celebridades - sabe disso e os plantonistas já correm apressados com o intuito de reconstruir o casal "Neymarquezine" em tempo para a copa.

Empresários do jogador e publicitários, sobretudo os que representam os patrocinadores da "seleção", já atuam nos bastidores para tentar convencer Marquezine a voltar para o espevitado jogador. 

Entendem os poderosos por trás do jogador que Marquezine tem as características ideais de uma musa com 100% de aceitação popular para fazer o papel de "primeira-dama" do "aior motivo de orgulho da população brasileira". Afinal, um "herói" solitário pegaria muito mal, tanto quanto vê-lo relacionando com alguma musa com algum índice de rejeição (como as mulheres que Neymar escolhe por conta própria para se divertir).

Mas pode ser que as negociações fracassem, pois Marquezine já demostra interesse por um ator, colega de elenco. Mas a pressão para que ela volte é tanta que já estão inventando que a iniciativa de voltar seria dela. Como se Neymar, um bronco feioso e farrista, sem instrução e de baixo nível intelectual, tivesse qualidades para ser um príncipe encantado e marido perfeito.

Muita água ainda está para rolar. Mas como a mídia futebolística sempre dá um jeitinho para que o futebol brasileiro e tudo que está relacionado com ele estejam em alta, é provável que o casal volte a se unir. Nem que dure apenas até o final da copa, só para promover o superestimado gaiato.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Acabou a farsa: Neymar e Marquezine não são mais um casal

Perdeu, Lelek, perdeu! Neymar, o rei absoluto dos Lelekes, teve o seu continho de fadas de araque finalmente encerrado: a gostosa da Bruna Marquezine está soltinha, soltinha.

O namoro dos dois que surgiu mais para promoção de ambos do que para troca de afetos, já não começou de forma normal, dando a entender que Marquezine foi "escolhida" pelos empresários do jogador para interpretar o papel de "primeira dama" da copa. Mas com o fim do namoro, os planos dos agentes do jogador foram por água abaixo.

Marquezine acabou perdendo oportunidades publicitárias com o fim do namoro, o que denuncia o verdadeiro motivo da existência do relacionamento com o jogador. A atriz havia conseguido o papel de protagonista da principal novela da Globo por causa do namoro, embora ela fosse de fato uma atriz talentosa, conduzindo muito bem o papel.

Resta saber quem será a nova escolhida para o papel de "primeira dama do futebol brasileiro", uma espécie de "Irina Shayk" ou "Victoria Beckham" tupiniquim, já que em tempos de copa, um "herói" solitário ia pegar muito mal para uma sociedade que gosta de ver seus ídolos muito bem acompanhados.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Quando duas ideias ruins se unem...

Teresópolis acaba de anunciar que vai padronizar a frota de ônibus municipal. E já escolheu o tema de sua pintura: futebol, pelo fato da "seleção" (ou secreção?) brasileira ter a sua sede (CBF, viu? C-B-F!!!) no município.

Fardar ônibus nunca foi uma boa ideia, pois atrapalha os passageiros e dificulta a fiscalização (favorecendo e muito a corrupção). Padronizar com futebol pior ainda pois serve ainda mais de estimulo para a manutenção desse fanatismo horroroso que transforma uma medíocre forma de lazer em principal motivo de orgulho e razão de ser do povo brasileiro.

É muita alegria para as autoridades e investidores, fazendo com que o povo carneirinho continue satisfazendo os interesses desses grandes magnatas. E tristeza para a população.


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