quinta-feira, 29 de outubro de 2009

A parte mais emocionante de um jogo de futebol


Para a maioria das pessoas, a parte mais emocionante de um jogo de futebol é o momento do gol. Todos gritam eufóricos o acrescimo de um ponto do time responsável pelo feito.

Para mim, não. O momento mais emocionante é quando o juiz levanta o braço e declara o fim do jogo. É muito chato ficar quase duas horas com uma tela verde brilhando na sua cara com um monte de fedidos correndo pra lá e pra cá.

E tem gente que mata e morre só para ver um joguinho. Humpf!

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

ÊÊÊ, hoje tem cirquinho para a criançadaaa!!!

Hoje vai ter o último jogo das eliminatórias. Como sabemos, os magnatas de cor amarela já estão classificados para a copinha* para garantir o circo para a criançada debilóide ficar berrando feito asno. E hoje vai ser contra a seleção da Venezuela, país em que na política (Hellooooo, brazilians! Futebol não é política! É apenas esporte, sacou?) é governado pelo caudilho do esquerdismo mofado, Hugo "sem querer querendo" Chavez, que está fazendo a alegria dos capitalistas ridicularizando a própria esquerda que ele diz defender. Ele, o Cacique Evo "cara pálida" Morales e o molusco que governa nosso país. País que ficará muito feliz hoje vendo um bando de desocupados vestidos de amarelo correndo atrás de uma bola. Como diz Marcos Mion, Ê laiá.

E será que o galã dos enrustidos, o Adriano Quequeílson da Silva vai jogar? Se for, a fauna de torcedores emboiolados, que gostam mais de futebol do que de mulher, vai ficar enlouquecida. Ainda mais aquela fauna de "machões", fauna formada por primatas se casam com as gatas mais lindas dos colégios para depois largá-las feito abajur quebrado para irem cheirar sovaco de macho em alguma arena futebolística.

Lembrando que respeito os gays assumidos, que têm o louvável direito de amarem as pessoas que quiserem. Esses são dignos. Os que não são dignos são esses caras que se posam de "machões" e que vivem medindo um a piroca do outro em mictórios de banheiros públicos. Ah, esses sim não merecem respeito.

Voltando... Ah, e a cheerleader-mor... Brasil não tem a tradição das cheerleaders porque não precisa. Tem uma que vale por todas, o Galvão "cheerleader" Bueno. Mais ridículo que jogo da "seleção", só um jogo com a narração da cheer das cheers. E a fauna enrustida que finge odiar o Galvão, na verdade o ama, pois só consegue assistir algum jogo dos vadios amarelados se a "bela" cheerlader narrar, com sua parcialidade desaconselhada pelas faculdades de Jornalismo. Mas como jornalista não precisa mais de faculdade, aí a cheer-master pode ser parcial à vontade porque no Jornalismo agora so vale a lei do vale-tudo, do salve-se-quem-puder. Daqui a pouco vão querer tocar "funk" carioca nas formaturas ds faculdades de jornalismo, como já fizeram várias vezes em Direito e Medicina, onde pipocam (calma, há exceções) muita gente chegada a uma farra vazia e a pileques homéricos.

E aí o nosso país-de-tolos, hospício monumental (o maior hospício do mundo!) vai seguindo, rindo de sua própria desgraça, achando que vai chegar no primeiro mundo com vitória na copinha, com olimpíadazinha torrando o pouco dinheiro que circula no RJ, enquanto o memso paisinho segue vitorioso em todas as desgraças que resultam da má qualidade dos serviços essenciais oferecidos para a população.

População essa que se sente feliz em sofrer. Pelo jeito, masoquismo é uma espécie de loucura bem típica deste país-de-tolos.

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* Não viverei para ver realizado um dos maiores sonhos de minha vida: uma Copa do Mundo de futebol sem Seleção Brasileira. É mais fácil eu ganhar sozinho na loteria. Ai, Ai...

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Claro, futebol é "mais importante"


A priorização para o futebol para a Rede Globo é tanta que ela é capaz de mexer na intocável programação para exibir um jogo. E fará. No próximo jogo dos Amarelos contra a seleção da Venezuela, o capitulo da novela Caras & Bocas (que tem a neo-deusa Isabelle Drummond em seu elenco) será cancelado e o Jornal Nacional entrará no intervalo do jogo.

Depois dizem que a Seleção Amarelão nada tem a ver com a Rede Globo.
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