sexta-feira, 29 de julho de 2011

Tudo nos conformes

Bom. Amanhã teremos o sorteio para as eliminatórias para a enorme festinha infantil que se dará no território brasileiro em 2014.

Já que a "seleção" está garantida para a copa de 2014 por ser a anfitriã, não teremos mamata nem sorteios fraudulentos para as eliminatórias. Serão as primeiras eliminatórias totalmente honestas dos últimos 25 anos. Aproveitem, pois quando os jogos são honestos são bons de se ver.

Não são como nos manipulados jogos da "seleção" em que vencer é sempre a meta e que até mesmo driblar a ética e o bom senso são permitidos para que os amarelos ganhem e a população de alienados - leia-se torcedores da "seleção" - permaneçam anestesiados em sua pseudo-felicidade.

Jogos da "seleção" sempre são um festival de vale tudo. Vale tudo mesmo. Só não vale intelectualizar a população. Ah, isso não vale.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Copa de 2014 começará no Dia dos Namorados

Que "romântico"... A copa de 2014 vai começar justamente no Dia dos Namorados, 12 de junho.

Resta saber se a data será ignorada como tem sido nas últimas copas ou se vão misturar as "paixões" para celebrar uma verdadeira aula de fanatismo, alienação e submissão à mídia, endeusando os feiosos jogadores analfabetos como "galãs" dessa novelinha besta, pré-escrita e com final previsível, geralmente feliz para a CBF e para a FIFA.

Os brasileiros adoram essas associações. Muitos "machos" ficarão felizes em ver a sua maior paixão - o futebol - homenageada justamente no dia considerado o mais romântico do Brasil.

Então porque os "machões" que fazem questão de ter um time "no coração" (pois amam mais seus times que suas mulheres - hummm...) não largam suas mulheres e se casam com os jogadores de futebol? Tenho absoluta certeza que desta forma os torcedores serão muito mais felizes.

Também, os jogadores analfabetos com "aquele" salário...

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Perdeu, perdeu, perdeu...



A selebosta deu adeus à Copa América. Deve estar a procura de muitas desculpas para justificar a - merecida - derrota!

E todo mundo apoiado no pirralho do Neymar-icas! Acharam que o Neymala era o Brasil. Pensaram que o jogo era Neymar x Paraguai. Se fuderam!

Agora estão chorando, se esquecendo que futebol é só ficção e que em nada influi na vida dos brasileiros.

A vitória também não ia adiantar nada mesmo. Ia ser apenas uma ilusão para a criançada brincar.

Vão procurar coisa importante para fazer, torcedores otários! Algo que realmente possa trazer alguma coisa produtiva para realmente salvar a nação.

Pois o cabelo do Neymarola só tem uma utilidade: fazer papel de ridículo.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Pausa para o intervalo



Durante um tempo não teremos postagens. Sabe como é, exercícios físicos às vezes cansam um pouco. Vamos dar aquele aquecimento e voltaremos em breve. Aguardem e continuem torcendo por este blog campeão!

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Como são escalados os jogadores da "seleção"

Não é nada como a maioria esmagadora dos torcedores da "seleção" brasileira de futebol pensam. Parem de romantismo! Futebol é negócio e para garantir lucros, muitas atitudes têm que ser tomadas. A escalação dos jogadores para um jogo, por exemplo.

Se pensam que os jogadores são escalados pela competência, estão redondamente enganados. Nem é o técnico que realmente escolhe os jogadores. São os patrocinadores, que escolhem os jogadores que têm mais poder de marketing, que tenham mais carisma com a torcida.

Aliás, um jogador nem precisa ser bom para que a "seleção" vença: pode até jogar mal, pois a CBF paga para os adversários perderem nos jogos mais importantes, onde a vitória é condição absoluta. Para o jogador, basta fazer aquela "dancinha" de sambista para garantir o visual do espetáculo, dando a impressão de que está dando um "show de bola".

Em tempos em que na música quem faz sucesso nem sempre é bom artista, mas sim um bom marqueteiro, resolveram adotar a mesma filosofia no futebol também. Na escalação das novelas da Rede Globo - acionista da CBF - isso ocorre também.

Futebol é acima de tudo um espetáculo , feito para agradar a plateia, que espera um roteiro padronizado e um final sempre feliz. Os donos do "circo" nunca medem esforços nem ética para fazerem o que a plateia esfomeada deseja.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

A idolatria da Seleção Brasileira de Futebol

A Seleção Brasileira de Futebol parece a realeza da Inglaterra:

- Ganha muito dinheiro sem fazer nada de realmente importante
- Não governa o país, mas é tratado como se governasse
- Enchem os noticiários com besteirol mas são levados à sério pelos mesmos notíciários
- É amada e idolatrada pela população como se fosse Deus por motivos ilógicos

Ridículo esse nosso país que dá bola a gente tão fútil e inútil.

Publicado originalmente em 02/06/2009.

domingo, 10 de julho de 2011

As celebridades que não curtem futebol

Celebridades são a vitrine dos meios de comunicação. Eles funcionam, mesmo involuntariamente, como uma espécie de porta-vozes dos meios onde trabalham. Nada mais coerente, com isso, de que as celebridades ostentem um estilo de vida que seus chefes querem que a população siga. Celebridades são frequentemente exemplo e modelo de como a população deve agir no seu dia-a-dia.

Por isso, a maioria das celebridades são orientadas a defender ideias, gostos e estilos de vida que estejam de acordo com o que a mídia quer empurrar goela abaixo da população brasileira, fazendo que, com a adesão das celebridades, certos hábitos ganhem um status alto, dando a impressão de que os famosos são "gente como a gente", ao mesmo tempo que dá um caráter de "chique" para certos costumes: "nossa como aquele ator adora fungar no nariz! Vou fazer o mesmo", diria um popular.

Por isso mesmo, todo o esforço é feito para que nada fuja dos interesses dos grandes donos dos meios de comunicação. Se alguma celebridade assumir algum comportamento "subversivo", pode ser ruim para a manutenção dos interesses mesquinhos dos donos da mídia, que acima de tudo, são tão capitalistas que qualquer banqueiro.

E não estou falando do sexo sem controle e do consumo de drogas. Isso não incomoda mais o sistema; pelo contrário: serve ainda mais para manter a população presa na alienação. Falo de outros costumes, outras ideias, que possam fazer a população se esclarecer e largar a tão sonhada futilidade.

Vamos focar no futebol, já que é assunto deste blog. A maioria esmagadora das celebridades, goste de fato ou não, sempre é vista nas festas de jogos de futebol, sobretudo durante as copas. Eu falei na série sobre a sociabilização, que o futebol é um meio de fazer a pessoa se sentir incluída na sociedade, o que garante a quase unanimidade que o esporte tem em nossa sociedade.

E essa suposta unanimidade é o maior desejo das classes dominantes de nosso país, pois enxergam no futebol uma ótima oportunidade de manter a população ocupada e conformada com os problemas que nunca são resolvidos. para isso é necessário transformar o futebol em algo muito superior ao de um simples esporte: um dever social e até cívico. A razão de ser do brasileiro.

Essa importância exagerada dada ao futebol garante ainda mais o fanatismo, gerando uma quase unanimidade, já que por ser a "razão de ser do brasileiro", todo cidadão tem a obrigação de aderir ao futebol. Não aderir chega a ser ofensivo, na opinião de muitos: uma desobediência aos deveres pátrios. Se a população tem que aderir, é necessário que as celebridades façam o mesmo para continuar estimulando a população a se manter na hipnose futebolística. Mas será que todas as celebridades aderem?

Como eu falei, a maioria esmagadora sempre se apressa em arrumar um time "do coração" como se fosse um número do RG para se sentir incluído na sociedade. Quando se deixa uma lacuna vazia na seguinte pergunta: "qual é o seu time", já causa estranhamento, transformando o não-torcedor em uma antipático e muitas vezes visto como "ameaça" ao "bem estar" da sociedade.

Mas toda regra deve ter a sua exceção e algumas celebridades "antipáticas" tiveram a coragem de nadar contra a monstruosa correnteza futebolística.

As celebridades que não curtem futebol

O número de celebridades que nem estão aí para o esporte de Pelé são pouquíssimas, mas nada são a nulidade esperada pelos meios de comunicação, sobretudo para a Rede Globo, acionista da CBF.

O ator Daniel Del Sarto é o mais famoso entre as celebridades anti-futebosteiras. Ele já declarou estar de saco cheio de futebol em inúmeras entrevistas. O que deve ser difícil para ele, pois ele é contratado da Globo e atua na Turma do Didi, que de vez em quando toca no assunto de futebol, já que a maior parte do elenco é boleira. Um ator de uma das recentes temporadas de Malhação, Rael Barja, é outro corajoso que admitiu a aversão ao esporte mais popular no país. Esses em copa, devem sofrer muito.

Na copa de 2002, Carla Lamarca disse, em pleno ar, em um programa, frases de desincentivo à adesão à copa. Realmente a copa é uma monotonia só e Carla soube muito bem destacar a monotonia de copa. Outra celebridade que parece ser contra o culto à "gorduchinha" é o "gorduchinho" João Gordo, que fez um excelente vídeo criticando a alienação futebolística durante a copa de 2010.

São esses os verdadeiros guerreiros que assumem sua personalidade e vontade própria, não aderindo gratuitamente a preferência das massas justamente por saber que não é necessário gostar de futebol para viver feliz no Brasil e ter orgulho de ser brasileiro.

O verdadeiro brasileiro é corajoso, sabe o que quer e não se submete à vontade das massas.

sábado, 9 de julho de 2011

Cada um enxerga como quer: Neymar segundo as incautas e míopes torcedoras

Neymar, segundo as míopes torcedoras que o admiram:




Neymar, segundo o que os fatos comprovam:

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Detesto quando associam futebol com valores progressistas

Tudo bem que o futebol é legal, diverte, faz o tempo passar. Mas associar o futebol a valores considerados progressistas é um sinal enorme de alienação, que não consegue nem mesmo entender a natureza do próprio esporte.

Como curtir o esporte é considerado obrigatório em nosso país, encanaram que pessoas de todos os tipos passem a gostar de esporte, não apenas seu público alvo.

Assim, dá-lhe roqueiros, esquerdistas, rebeldes e o escambau a defender o fanatismo futebolístico, sem se lembrar que jogadores de futebol odeiam rock e que cartolas são sempre direitistas e corruptos. E não há nenhum jogador de futebol que seja rebelde, já que todos trabalham sem abalar as estruturas de poder que regem nosso sistema político-social. pelo contrário, até estimulam a manutenção dessas estruturas.

Mas é confortável a associação com valores progressistas, pois facilita ainda mais a ilusão de unanimidade que a apreciação de futebol aparenta ter.

A Rede Globo, grande difusora e legisladora do fanatismo futebolístico, há muito tempo não toca samba em programas e reportagens sobre futebol. Para que o mesmo não fique associado como "esporte de sambista" e com isso, espante outras "tribos" e elimine a desejada pseudo-unanimidade.

Mas para mim, o futebol sempre será um esporte popularesco, graças as suas características e ao seu sempre fiel público alvo. Se nem todos os torcedores possam ser considerados bregas, todos os bregas sempre gostam de futebol. Isso é uma certeza e para isso não há exceção.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Um marco histórico para a revista Capricho!



Esse número é um marco na história da revista.

É o primeiro número da Capricho que estampa um feioso analfabeto na capa, onde normalmente aparecem ou galãs ou musas.

Será que a revista encalhou? Ou será que as adolescentes compraram para espantar pernilongo?

Porque se essa coisa feia é considerada um "galã", então estamos perdidos. Estamos perto do fim do mundo.

Se já não bastasse ele ser excessivamente valorizado só porque corre atrás de uma bolinha e atira em uma trave. Como se isso pudesse favorecer o desenvolvimento do Brasil.

Bola fora da Capricho, que perdeu tempo e gastou dinheiro com essa nulidade inútil, que só é valorizada porque somos uma nação de sonhadores sem auto-estima e senso do ridículo.

Aliás, senso do ridículo é algo que o distinto jogador não conhece, pois vive com um penteado patético em sua oca cabecinha.

Somente garotas burras e sem senso estético e senso do ridículo para achar esse cara um "galã".

Só uma nação falida e inferiorizada supervaloriza um nada como o Neymar. Um mero bobo-da-corte que nada faz de produtivo para o país. Apenas diverte e nada mais.

País que deveria na verdade é valorizar intelectuais e cientistas, que realmente trabalham para desenvolver o nosso país.

Grande coisa correr atrás de uma bolinha...

O tempo sabe o que vai fazer com ele.

domingo, 3 de julho de 2011

A alienação do futebol

OBS: Mais um texto alheio que posto aqui para vocês. O futebol é válido como esporte, lazer, mas quando ele é levado a sério demais, quando é associado a dever social, patriotismo, gerando uma falsa unanimidade, ele passa a ser nocivo, desviando a população da realidade e substituindo a alegria que a população não consegue buscar de outra forma, resultando numa verdadeira ditadura do futebol que acaba por ofuscar outros esportes e outras atividades.

O Brasil dará um gigantesco salto quando parar de superestimar o futebol, reconhecendo como mera fonte de diversão (nada além disso) e compreender que nem todos são obrigados a gostar dele, merecendo viver numa democracia esportiva que pudesse entender as diferenças.

A alienação do futebol

Por Edilson - blog Artigos, etc.

Sinceramente não sei dizer o que é mais impressionante, se o poder de alienação do Estado ou a capacidade de se deixar alienar do povo brasileiro.

È perfeitamente normal para crianças, adolescentes ou até mesmo mulheres ou gays carentes passarem o seu precioso domingo correndo atrás de jogadores de futebol. Mas para homens adultos, pais de família, é simplesmente ridículo.

Ainda não conseguir descobrir qual o prazer de perder duas horas da minha vida em frente a uma TV ou num campo de futebol contemplando a horrível cena de um monte de machos suados e robustos correndo atrás de uma bola. Pela minha lógica, é bem melhor ficar na praia vendo um monte de mulheres gostosas e seminuas.

Só mesmo um excelente aparelho alienante para conseguir isso. Não é pra menos, na década de 70, a ditadura militar, constatando a falta de idealismo e de patriotismo do povo brasileiro, frente às constantes provas de uma pátria madrasta, solicitou a composição de uma música focada no futebol, única coisa ainda não ruim que tinha pra mostrar. Daí surgiu o famoso “Cento e vinte milhões em ação…” levando uma alienada multidão ao delírio patriótico. Com isso, todas as outras questões essenciais, como, saúde, educação, desemprego, foram esquecidos. O brasileiro virou patriota do dia pra noite. Mais um ponto pra ditadura.

Atualmente a ditadura veste roupagem de “democracia” e continua necessitando dessa ferramenta para fins políticos.

Quem sai lucrando com isso são os jogadores de futebol, os donos dos times, a imprensa em geral e as empresas que anunciam seus produtos. Os coitados dos alienados, conhecidos popularmente como “torcedores” só levam a pior. Gastam muitas vezes o dinheiro que não têm, passam o dia gritando “É… cam-pe-ãooooooooo…”, carregam nas costas os jogadores suados e outros torcedores, carregam pesadas bandeiras num sol de rachar, levam porrada da polícia, dentre outros “prazeres do futebol”.

Enquanto isso, os “heróis” desfrutam de hotéis quatro estrelas e de belas mulheres.

Tamanha babaquice não tem limites. Aonde se chega se houve a pergunta: “E aí, viu o jogo”? A imprensa não veicula mais notícias, apenas as inúteis informações sobre futebol: “Porque Zezinho ta machucado, porque Dadinho ta com o joelhinho inchado…” Tenha dó, né?

Com a verba utilizada na construção de estádios, para fins de realização da copa do mundo em nosso país, dava para construir casas populares para uma infinidade de pessoas e ainda investir na educação e saúde, que continuam capengas.

Se o povo brasileiro valorizasse o trabalhador da mesma forma que valoriza o jogador de futebol, nossa realidade não seria tão miserável. O próprio operariado, apesar de sua consciência indicar que o seu ofício é um milhão de vezes mais importante do que os feitos dos jogadores de futebol e que para isso, recebe um milhão de vezes menos que os jogadores, mesmo assim, aplaude os jogadores como se estivessem produzindo algo essencial para o país. Que outra denominação podemos dar a isso?

O povo brasileiro precisa se valorizar e acordar, sair da adolescência, deixar essas babaquices no passado e ocupar-se de coisas úteis, que traga algum retorno promissor para sua vida.

sábado, 2 de julho de 2011

A "seleção" deveria ter vencido em 2010. E não é para agradar torcedores

Estive pensando. Era melhor a "seleção" ter vencido a copa de 2010 na África do Sul. Ia ser chato ver todo mundo de amarelo, berrando, tocando vuvuzelas e falando muita asneira. Mas era mesmo melhor ter vencido. Para o bem da "nação"? Nada disso.

Vocês se lembram do episódio da entrevista que Dunga não quis dar aos repórteres que trabalham para o seu patrão (a empresa Organizações Globo é a dona da CBF, saibam disso) e que rendeu um enorme bafafá? Os cartolas decidiram que para desmoralizar o Dunga, que desobedeceu ordem superiores - talvez estipuladas em contrato -, deveriam deixar a "seleção" perder, para que Dunga, e não a Rede Globo, saísse de vilão no episódio.

E aí, aconteceu: ao encontrar a primeira seleção que não era fraca, a da Holanda, os amarelos levaram uma surra, seguindo o oposto do script costumeiro dos jogos (a "seleção" amarela perde no início, faz suspense e vira no segundo tempo, ganhando no final), ameaçando ganhar no inicio e perdendo no final do jogo. Desta vez não houve mutreta, Galvão e Ricardo Teixeira largaram os "joysticks", para que os amarelos perdessem.

Mesmo que os amarelos jogassem bem e tentassem ganhar, aí a mutreta entraria para favorecer o outro lado, já que a derrota, neste caso, era ruim para Dunga e excelente para a Globo, que não sairia de vilã na copa.

Vitória da "seleção" desmoralizaria a Rede Globo e patrocinadores

E se a "seleção" tivesse ganho a copa de 2010? Ficaria difícil acusar Dunga, já que a derrota ocorrida foi a desculpa para jogar a população contra o técnico, ainda mais que a maioria é formada por gente sem informação, de baixa escolaridade e altíssima credulidade.

Com a vitória, Dunga sairia fortalecido, as denúncias contra a Rede Globo e os amigos-cartolas teriam vazado, todos descobririam que as vitórias anteriores eram forjadas e o futebol poderia entrar em uma fase de honestidade, algo que a derrota não permitiu, pois cada vez mais tomamos conhecimento de manipulação de resultados nos esportes, devidamente escondidos pela mídia compactuada com os cartolas e patrocinadores.

Mas a realidade mostra que Dunga nunca foi vilão. Foi na verdade um misto de herói e vítima. Herói, por ter enfrentado a poderosa Vênus Platinada, a hipnotizante Rede Globo, que manda até nos costumes sociais de nossa população. Vítima, porque foi colocado numa emboscada que o desmoralizou injustamente, além de perpetuar e consagrar os conchavos que fazem do futebol o esporte mais corrupto deste país.

Pala primeira e talvez única vez, uma situação em que a vitória da "seleção" iria realmente beneficiar o nosso país.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Tem gente que foi feita para ser feliz

Mike Comrie não é um jogador de futebol, e sim de hockey, esporte bem impopular na Terra Brasilis. Mas não faz mal. Dá no mesmo. Esportista é esportista: tudo igual, aquela truculência, o físico avantajado e cérebro tão ativo quanto um pedaço de rocha. Há exceções, mas exceções quase não aparecem.

E sabe quem é casada com Mike Comrie? Essa perfeição da natureza que atende pelo nome de Hilary Duff: uma mulher linda, gostosona, simpática, charmosa, talentosa, etc., etc., e etc.

Como é que uma doçura como Duff não se casou com um cara mais legal? Como eu, por exemplo.

Mike Comrie foi feito para ser feliz. Resta saber se ele é realmente capaz de fazer os outros felizes, pois o traste deixou os fãs da Hilary bastante infelizes.




quinta-feira, 30 de junho de 2011

Turismo de copa é turismo específico, segmentado

Muita gente está feliz da vida com a realização da copa de 2014. Quem é contra, como eu, argumenta que o país não está preparado (e não está MESMO!). Pois se não consegue resolver seus problemas seculares, o que dirá organizar um evento de nível internacional?

Quem é a favor - por motivos emocionais - argumenta que o evento trará muita gente e que os visitantes irão fazer o país crescer trazendo dinheiro mais que suficiente para compensar os gastos feitos para o evento. Será mesmo?

Nunca devemos fazer um planejamento esperando lucro certo. É claro que devemos fazer uma estimativa, mas nesse caso ela não é alta. Fazer grandes estimativas em relação a essa copa, é ter excesso de confiança nas autoridades, organizadores e total desconhecimento de como se gasta e recebe o dinheiro em eventos desse tipo.

Creio que o excesso de otimismo da maior parte população se dá - por ignorância, claro - por causa do fanatismo em relação ao futebol. Vivemos em um país onde o futebol é quase que um grande e incurável tumor difícil de ser extirpado. Chega a ser uma obrigação cívico-social tão arraigada que gera preconceitos muitas vezes graves contra quem não curte.

Esse fanatismo, até pelo seu caráter mitológico de "dever cívico", acaba por atingir grande parte da população. Pesquisas sugerem cerca de 75% da população em geral, 90% entre os homens, cuja obrigação de adesão ao futebol é maior.

Isso ajuda a população a acreditar na ilusão de que todos os seres humanos gostam de futebol. E consequentemente aparece a crença de que toda a humanidade virá ao Brasil para assistir aos jogos. Mas toda?

Se esquecem de que a copa é um evento segmentado, não geral, como muitos pensam. Um evento específico que trará apenas quem é naturalmente interessado a assistir aos jogos. E o grau de interesse de cada país ao esporte varia muito. Há os fanáticos doentes, como no Brasil, há fanáticos (mas moderados) como na Inglaterra (moderados, porque não transformam em dever cívico, como nós fazemos - os ingleses têm a consciência de que futebol é mero esporte), há os que gostam muito, os que gostam pouco e os que desprezam, (EUA é exemplo clássico).

Não esperem que toda a população mundial venha assistir aos jogos da copa de 2014. É mais fácil atrair muito mais turistas desistindo da copa e gastando bem menos dinheiro reformando e conservando nossas paisagens, gastando menos e lucrando mais.

O Brasil têm muitas atrações. Não precisa desta copa nojenta para se mostrar ao mundo.

Mas como as nossas autoridades, além de corruptas, são covardes, medrosas, teremos a tal copa e os resultados nada agradáveis que virão dela vão aparecer em 2015.

Quero ver de onde irão tirar dinheiro para reconstruir as ruínas de um país falido, como o Brasil estará ao encerramento da mal-vinda copa.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Não precisamos de copa e olimpiada para acelerar turismo

Muita gente está confiante nessa copa de 2014 e na olimpíada de 2016, achando que estas irão salvar o país da miséria. Mas quem está a favor, não conhece os bastidores de coisa nenhuma e acredita que as coisas resolvem por milagre.

Não precisamos de copa e olimpíada nenhuma para atrair turistas. Nós temos um território privilegiado, cheinho de pontos turísticos (mais do que qualquer lugar) e bastava conservar suas belezas e divulgá-las.

Essa copa e essa olimpíada são na verdade dois engodos para tentar colocar os nomes dos nossos políticos na História mundial e roubas dinheiro com superfaturamento.

Mas analisando tudo, observei vários fatores que não garantem o sucesso das empreitadas, o que anula todo o dogmatismo construído na crença favorável a realização desses eventos em nosso país.

1 - Por mais válido que seja, a realização desses eventos veio em mau momento. não estamos preparados para eles.

2 - Muita gente coloca, ingenuamente, esses eventos como "necessários" porque atrairão muitos investimentos. Não é bem assim:

-- 2.1 - Turistas são pessoas físicas. Como o dinheiro vindo de pessoas físicas irão suprir os gastos feitos por pessoas jurídicas? Na melhor das hipóteses, serão 1 milhão de reais para cada 1 bilhão gasto.

-- 2.2 - A copa de 2014 e a olimpíada fazem parte do turismo específico. A crença de que temos no Brasil de que toda pessoa gosta de esporte, dá a ilusão de turismo geral, parecendo que todos os habitantes do planeta virão para assistir aos jogos. Nada disso. Sí virá quem realmente gosta dos esportes envolvidos. Lembrando que o fanatismo é caso único aqui, dá para perceber que virão muito menos gente do que o esperado.

-- 2.3 - Mesmo que o dinheiro esperado volte nas mãos dos turistas, ele será direcionado muito mais para repor os gastos feitos com as obras e remunerar patrocinadores (eles esperam retorno). O argumento de que o dinheiro irá ser utilizado para melhorar a vida dos brasileiros é infantil e totalmente alheio ao que realmente acontece durante a realização desses eventos.

3 - O verdadeiro objetivo da realização desses eventos é consagrar o Brasil como realizador de grandes eventos e firmar a sua fama de "Pátria de Chuteiras", consagrando de vez o fanatismo futebolístico, na forma de uma ditadura do futebol, onde a alienação é estabilizada através da obrigação de se gostar de futebol, algo que envolve até mesmo etiqueta social.

Reafirmo que não precisamos desse turismo esportivo para trazer mais turistas para o nosso país. As paisagens que nós temos atraem um número de turistas muito maior do que os desses dois eventos juntos.

Em 2017 o povo pagará um preço bem caro por algo puramente lúdico e que nada trará de benefícios concretos para a tradicionalmente sofrida população brasileira.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Os torcedores brasileiros não conhecem os "cartolas"

A gigantesca parte da população brasileira que curte futebol é realmente alienada. Se não fosse, teria largado o futebol há muito tempo. Eles não sabem que nos bastidores do futebol há mais corrupção e mentiras que um milhão de Congressos Federais juntos. Mas como essa parcela é alienada, prefere acreditar em lendas positivas, para que o esporte não seja visto com vilania.

Pesquisas na internet, nas comunidades do Orkut ou em conversas no cotidiano, mostram que boa parcela dos torcedores desconhece quem são ou se existem "cartolas", os donos das equipes de futebol que controlam as regras que regem - e principalmente as que não regem - o esporte.

Os fanáticos por futebol se comportam como se a CBF, na figura da "seleção", pertencesse à população brasileira e provavelmente controlada ou pelos próprios jogadores ou por três nerds punheteiros que vivem em uma favela em qualquer localidade do país. Dos times pensam a mesma coisa.

Mas não. O futebol é controlado por gente tão suja quanto os políticos, conhecidos como "cartolas". Inclusive alguns políticos acabam também sendo cartolas de futebol para que o seu poder possa ser estendido ao futebol, que no Brasil, se mostrou excelente instrumento de manipulação e exemplo de sucesso na hipnose da população, que prefere morrer de fome do que deixar de assistir a um jogo.

No Brasil ainda não há casos de grandes times controlados por políticos. Os líderes do poder executivo na Itália e no Chile também são cartolas futebolísticos. No Brasil, se o futebol não está na mão de políticos, pelo menos os cartolas agem como políticos.

Mas saber da existência desses cartolas tira o romantismo infantil daqueles que adoram futebol. É melhor para a população fingir que os cartolas não existem. E para os cartolas também, pois ignorada a sua existência, podem roubar à vontade, desviando verbas e manipulando resultados, como na copa de 2002, em que a "amada e idolatrada" "seleção" teve que roubar para entrar na copa e roubar para ganhar o título na mesma. Ou alguém acha que o "país do jeitinho" ia abrir mão do "jeitinho" para vencer um campeonato?

Para a população é mais confortável acreditar na lenda dos três punheteiros favelados. Isso gera identificação na população. Para quem não sabe ou não quer lutar pela verdadeira felicidade, o conforto ilusório do futebol compensa qualquer fracasso.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Por causa dessa copa, esculhambam os meus blogs

Não adianta. O futebol é a razão de ser da população brasileira. Para defendê-lo, a população é capaz de matar e morrer, e isso é encarado como uma questão de honra. Não sou contra o futebol, mas sou contra o fanatismo irresponsável que transforma aquilo que deveria ser um mero esporte, um simples passatempo, em uma colossal forma de adoração. Quase uma religião.

Eles não sabem que quem não curte futebol sofre para se sociabilizar e se divertir numa nação de fanáticos pelo mesmo. E essas fanáticos nem admitem a existência de alguém que não curta, já que sonham com a unanimidade. Como se o futebol fizesse parte dos deveres de um brasileiro. Como se o futebol estivesse no sangue - literalmente - do brasileiro. Baseado nisso, devem achar que quem não curte futebol tem algum problema biológico, talvez mental.

Mas ao mesmo tempo que não respeitam quem não curte futebol, ainda querem que os que não curtem lhes deem o devido respeito. Respeito que eles recebem fartamente da mídia, das autoridades e de toda a sociedade brasileira. Parece que não é o suficiente.

E para eles, o maior orgulho é poderem ver o país onde vivem sediar o maior campeonato do objeto de seus fanatismo: a copa do mundo de futebol. E para isso vão defender até a morte o "direito" do país de realizá-la. Nem que isso aumente os problemas do país.

Fui esculhambado em outro blog - simpático ao Governo do Estado - justamente por defender a não realização da copa em nosso país. Fiz isso com maturidade e prudência, mas os imaturos e imprudentes se aquietaram com as minhas raciocinadas opiniões.

Eles, movidos pela paixão, única e só, nem medem consequências da realização dos eventos. Os argumentos que dizem de que "a copa vai trazer melhorias" é só fachada para não que pareçam alienados. O que importa mesmo para os defensores da realização da copa é a ocorrência do campeonato favorito no lugar onde vive.

As melhorias não serão em todos os setores da vida e mesmo que permaneçam depois da copa, elas forma pensadas para a copa. Não haverá melhor educação, melhor saúde, melhor distribuição de renda por causa desta copa. E além disso mesmo as melhorias que ocorrerão não dependem de copa para ocorrer. Dá para melhorar o país sem essa copa. Basta querer.

Mas não adianta, todos querem a copa, com melhorias ou não. Os fanáticos assim desejam. O fanatismo futebolístico se parece e muito com o fanatismo religioso: excessivamente passional e descontrolado. Não sabem os fanáticos que é uma péssima época para fazer "festinhas" e que tais melhorias não vão influenciar no cotidiano das pessoas comuns. Não tem casa? More num estádio, ora.

Futebol é apenas lazer, distração, passatempo. Não melhora a vida de ninguém além dos analfabetos que correm atrás de uma bola. Também é um esporte que favorece e muito a corrupção e os resultados manipulados, além de sugar o dinheiro das classes pobres e criar desentendimentos entre os que curtem e os que não curtem o mesmo.

Supostamente vivemos numa democracia. Mas adeptos do pensamento único e da padronização dos costumes, ideias e gostos da sociedade brasileira, não toleram opiniões que diferem da maioria e se revoltam, só em tomar conhecimento da existência de algum ponto de vista diferente.

A internet felizmente é democrática e existe opções para quem está cansado do pensamento único imposto pela TV, pelo senso comum e pela autoridades beneficiadas com o controle da sociedade. Os controladores e os controlados não querem melhorias: querem a manutenção de seus privilégios que mantém as grandes injustiças e desigualdades que eu me canso de ver todos os dias.

Eles preferem fazer a festa do que arrumar a casa, achando que a festa vai ajudar a arrumar a casa. Mas festas deixam sujeiras e quero ver se eles estão dispostos a limpá-las.

Porque pelo que sei, nenhum "Messias" está para chegar em 2014. Após o evento, tudo voltará como antes do "quartel de Abrantes".

Querem a copa? Tudo bem. Mas como no conto da Cinderela, a carruagem vai virar abóbora. A população brasileira vai ficar bem lambuzada de "jerimum", quando a festa acabar.

Cassandra também foi humilhada ao alertar a população sobre a chegada do Cavalo de Tróia. Ninguém quis ouvir e quando a bela estatua chegou, deu no que deu.

domingo, 26 de junho de 2011

Criaram um monstro!!!!





Agora não tem jeito. Para quem não aguenta mais futebol e seus jogadores analfabetos e de caráter nulo e conta bancária polpuda, o jeito é se mandar para fora do país.



Tanto fizeram que conseguiram transformar o insosso Neymar no maior ídolo atual do esporte no país. Um panaquinha sem qualidades que é idolatrado só porque sabe atirar a bola em uma trave.



Um gurizinho que passa a ter maior importância do que qualquer intelectual. As besteiras que ele disser serão logo decretadas como lei.



Coisa de uma população de baixíssima auto-estima que coloca o futebol no lugar de uma felicidade mais concreta e realista. Para ela, Neymar é um ídolo perfeito para perpetuar o fanatismo futebolístico que hipnotiza tanta gente e que serve de antolhos para que a população não enxergue os fatos da realidade. Triste sina.



Agora aguentemos. A copa América vem aí. A copa de 2014 já está chegando. E todos já sabem quem será a maior estrela desses eventos. Aquele que será o herói postiço que toda a sociedade "educada" pela televisão tanto anseia.



Finalmente a mídia conseguiu criar o seu monstro. Só resta agora medir o tamanho do estrago que ele irá causar.

sábado, 25 de junho de 2011

Esse troço de Futebol não chateia, não?

Não sei como a maioria aguenta. por onde andamos vemos futebol por tudo que é lado: nas manchetes dos jornais, nas camisetas de cidadãos, nas rádios e até nas conversas entre amigos. É futebol, futebol e mais futebol. Uma monotonia!

Nada contra quem gosta de futebol. Mas como é que os caras tem saco para aguentar um culto tão maciço? Parece hipnose! O futebol, no Brasil, não é cultuado da maneira como deveria, com tranquilidade. É com histeria mesmo e muita lavagem cerebral da mídia! É isso que chamamos de fanatismo.

Quem ganhou, quem perdeu, quem fez o gol... Isso é muito mais interessante do que qualquer coisa. Mais importante do que resolver os problemas do dia! "Ganho uma merda, mas o importante é que meu time é campeão", dirá algum incauto! Então, se passar fome, peça para o jogador de seu time te sustentar! Come uma bola então!

Esse negócio de futebol vicia a maioria que nem ópio: quanto mais chato e nocivo ele fica, mais a população quer aderir! Um dia alguém vai criar a Associação dos Torcedores de Futebol Anônimos para tentar acabar com o vício!

Futebol é tão hegemônico em nosso país que chega a ser uma monotonia. A presença do esporte em nosso cotidiano lhe tira da sua função original de mero divertimento para algo muito mais superior: a razão de ser do brasileiro.

Os telejornais nem deveriam dar destaque ao futebol. E nem precisa, já que o esporte mais popular do país ocupa qualquer espaço que encontrar pela frente, vago ou não. Se não estiver vago, é só expulsar do lugar. Colocar em telejornais dá um caráter de seriedade e de urgência a algo que deveria ser apenas lúdico e supérfluo.

Mas porque todos aguentam esse maciço culto ao futebol? Ninguém se cansa, não? Eu me canso! É só encontrar alguém falando sobre futebol que saio de perto ou simplesmente me calo.

Mas eu não aguento mais. Torra a paciência! Parece que não existe outro esporte além do futebol! Parece que não existe outra forma de lazer além do futebol! Parece que ninguém tem algo mais importante para fazer do que futebol!

Chega de futebol! Vamos fazer outra coisa! Não sou obrigado a colocar um escudo de um time em minha carteira de identidade. Que se danem os jogadores, pois eles não pagam minhas contas! Talvez se pagassem, eu fosse o primeiro a torcer pelo time deles!

Podem me chamar de anti-social, anti-patriota ou do raio que o parta: eu cansei de ouvir falar em futebol. Tenho muito o que fazer!

Olhar para 11 analfabetos cheios da nota correndo atrás de uma bola para jogá-la dentro de uma rede não melhora a vida de ninguém. Só a dos jogadores.

Não vou resumir a minha felicidade em um mero placar de um jogo. Abandonei minha infância faz muito tempo. Prefiro encarar a realidade e trabalhar para melhorá-la.

Ilusões podem até ajudar a fazer amigos. Mas não enchem barriga.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

ESPN: recomendável para quem quer futebol limpo

Ei, amigo, gosta de futebol? Eu não curto, mas gosto que as pessoas curtam, mas sem fanatismo e patriotada. Se você gosta do futebol apenas como lazer, sem colocar acima de assuntos sérios e sem satisfazer vontade de mídia, sociedade e cartolas, recomendo que saia imediatamente da Rede Globo e de qualquer emissora associada e se mude para a ESPN.

Apesar de vinculada ao Grupo Abril, a ESPN é bem mais democrática, não estimula fanatismo - como faz a Rede Globo, o SporTV e os Premieres esportivos - e não compactua com cartolas, mostrando inclusive a politicagem que está por trás deles.

O ESPN mostra também outros esportes, mas o diferencial é sentido no tratamento ao futebol, já que as outras emissoras enxergam o esporte mais popular do país com parcialidade e fanatismo, escondendo fatos e impondo um culto compulsório ao esporte.

Muitas discussões interessantes ocorrem na ESPN, graças a essa liberdade, fazendo com que o torcedor consiga curtir o futebol de maneira sadia e não-obrigatória. Curtir com o prazer que um esporte deve oferecer e não por catarse ou por causa das festinhas que vem depois das vitórias.

Nunca assisti ao canal, por ele estar apenas nos pacotes avançados de TV por assinatura. Mas tive a oportunidade de ver alguns programas no YouTube. Os debates esportivos chegam a ser bem diferentes de outros programas similares, graças a liberdade de opiniões e do compromisso com a veracidade dos fatos.

O ESPN é tão bom que considero recomendável até para quem não curte futebol, mas quer estar por dentro do que ocorre no esporte bretão. Eu mesmo seria telespectador.

Portanto, amigo que gosta realmente de futebol: fuja da Globo e de qualquer rede alienante - a Band também aliena, menos que a Globo, mas aliena - e pague qualquer pacote que tenha a ESPN.

Aí sim, você vai saber o que é gostar de futebol de verdade.
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